Evelina (Amanda Acosta) é uma jovem doente que está prestes a passar por
uma cirurgia séria. Descansando em um hotel, ela conhece Ernesto (Luiz
Baccelli), um homem mais velho que também está prestes a passar pelo mesma cirurgia. Os dois possuem
uma amizade que durará além desta vida.
Fazendo parte da temática de filme espírita, esse foi o mais fraco que assisti. Os atores não possuem química, e algumas interpretações são até risíveis. Os diálogos são forçados, sem a menos naturalidade. Por exemplo, em algumas cenas, quando o marido de Evelina, Caio, vivido por Luiz Carlos
Félix, surge em cena, transforma o que deveria ser dramático em
momentos que beiram o humor.
A direção e o roteiro do estreante Paulo Figueiredo também não fica atrás em matéria de desastre. O filme, muitas vezes, parece cinema amador. Se não fosse a presença de alguns atores consagrados e muito bons, não tinha como não saber se se tratava de filme de término de curso, ou longa metragem comercial. E, acredito que muitos filmes de conclusão de curso são melhores do esse. Nada funciona. Desde os enquadramentos, passando pela direção de arte,
chegando finalmente à montagem e edição de som. Tudo é um verdadeiro
desastre, destruindo uma obra que já cativou milhões de adeptos. Uma pena.

Nenhum comentário:
Postar um comentário