Esse ano tive minha fase "clássicos ingleses", depois da fase "autores suecos". Comecei por Jane Eyre, de Charlotte Brontë. Depois li alguns de Jane Austen, que, posteriormente, mencionarei aqui.
Confesso que gostei bem mais do livro de Charlotte Brontë, do que o de sua irmã, Emily Brontë (O Morro dos Ventos Uivantes), quando o li há muitos anos. Eu sei que gostar ou não de alguns livros, depende muito da época em que você os lê. Por isso, mais na frente darei outra chance para esse clássico da irmã Brontë.
Mas vamos à história: ambientado no século 19, Jane Eyre é uma órfã que quando criança viveu sob o teto de uma tia cruel, e
que depois de muito humilhada foi enviada para uma escola de meninas, de ambiente
igualmente hostil. Passada a infância triste e sofrida, aos 19 anos,
Jane está pronta para deixar a escola quando ela é, finalmente,
indicada ao emprego de governanta e preceptora de uma menininha em
Thornfield Hall, uma casa remota no distrito de Yorkshire, propriedade
do novo amo e senhor de Jane, Edward Rochester.
Rochester é um homem obscuro, carismático e prepotente que ao conhecer Jane acaba nutrindo uma curiosidade quanto a forma fechada e excessivamente formal dela, sua postura submissa mas, ao mesmo tempo altiva, e que reflete não compreender as estranhas demonstrações de afeto do seu amo.
O romance entre os dois, a paixão proibida, as dificuldades que começam a aparecer, trazem para a história um excelente tempero. Muito bem escrito, extremamente envolvente. Ainda bem que não o li antes, para desfrutar de sua companhia agora. Mas, nada impede que, no futuro, eu o leia novamente, afinal, reler os clássicos pode ser tão bom quanto lê-los uma primeira vez.
Rochester é um homem obscuro, carismático e prepotente que ao conhecer Jane acaba nutrindo uma curiosidade quanto a forma fechada e excessivamente formal dela, sua postura submissa mas, ao mesmo tempo altiva, e que reflete não compreender as estranhas demonstrações de afeto do seu amo.
O romance entre os dois, a paixão proibida, as dificuldades que começam a aparecer, trazem para a história um excelente tempero. Muito bem escrito, extremamente envolvente. Ainda bem que não o li antes, para desfrutar de sua companhia agora. Mas, nada impede que, no futuro, eu o leia novamente, afinal, reler os clássicos pode ser tão bom quanto lê-los uma primeira vez.

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